Posto aqui um poema da minha amiga de muitos anos, Lizbeth Padilla, poeta de renome no seu país. Este aqui saiu no seu livro, "El dolor de los iluminados" (México, Instituto Mexiquense de Cultura, 2008):
LAS COSAS QUE MIRO
Las cosas que miro son cadenas que acaricio indolente
No sabria existir sin las piedras recogidas en los viajes
palos de lluvia que suenan durante el sueño
como tampoco sé mirar el mundo
sin que el silencio tense los cables
por donde aún se puede transitar
Todo grita la condición efímera del mundo
me aferro a velas apagadas
y sumerjo la voz en caracoles
como el instante se enrosca en su pequeñez
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
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